Dizem que o poder vicia e muitos gostam da posição de comandando. As imagens mostram como eram estas pessoas ao assumirem o poder e como estão agora.
Dizem que o poder vicia e muitos gostam da posição de comandando. As imagens mostram como eram estas pessoas ao assumirem o poder e como estão agora.
A idéia era simples. Pega as tropas que estavam batendo em retirada se c*gando de medo das milícias islâmicas, e manda os otários de capacete azul que estiverem dispostos a ficar no lugar deles para abotoarem o paletó pela liberdade de outro país. Quem quis?
Noitadas musicais excitantes e um menu gastronômico a qualquer hora da noite e do dia ... Fiel aos ingredientes essenciais da cozinha meridional, o restaurante reinventa os clássicos e garante uma experiência única no novo bar da moda ORJUWAN LOUNGE, nome em Hebraico para a cor roxa, também sinônimo de “Canaan”...
Desde que o terrorista Osama bin Laden foi morto, o risco de novos ataques aos EUA e, em especial, ao presidente Barack Obama aumentou consideravelmente.
Uma comitiva acompanha o presidente e toda a sua família por onde passam. A segurança é fundamental, mas o carro que o transporta é um dos itens que merecem atenção especial e não é por acaso.
Atualmente, os presidentes norte-americanos costumam circular numa limousine Cadillac DTS conhecida como “The Beast“. Ela é transportada em um Boeing C-17 da Força Aérea do país e reúne uma série de itens de segurança, montados sob medida para garantir a segurança de um dos homens mais poderosos do mundo.
Veja a seguir como é equipada a limousine do Obama.

O WikiLeaks é uma organização transnacional sem fins lucrativos, sediada na Suécia, que publica, em seu site, posts de fontes anônimas, documentos, fotos e informações confidenciais, vazadas de governos ou empresas, sobre assuntos sensíveis. Apesar do nome, a WikiLeaks não é uma wiki - leitores que não têm as permissões adequadas não podem editar o seu conteúdo.
Eu já postei aqui no Diplomassinha os 13 fatos publicados no Wikileaks sobre o Brasil, confira.
No período de 1976 a maio de 2010, 1.204 homens e 12 mulheres foram executadas nos EUA. Dessas execuções, a grande maioria foi por injeção letal, seguido, em ordem decrescente, pela cadeira elétrica, câmara de gás, enforcamento e dois por fuzilamento. Na sexta-feira, 18 de junho de 2010, a morte de Ronnie Lee Gardner por fuzilamento se tornou a terceira execução deste tipo nos EUA, desde 1976.
No período de vinte anos, de 1990-2009, a taxa de homicídios nos estados que tiveram a pena de morte foi geralmente muito mais elevados do que os países que não têm a pena de morte. Nos 15 últimos desses anos, a taxa de homicídios foi de 28 a 46 por cento mais elevado nos estados que possuem a pena de morte, colocando em questão a eficácia da pena de morte como um impedimento para o assassinato, embora deva ser notado que a taxa de homicídios para ambos os conjuntos dos estados diminuiu significativamente durante os vinte anos.
Segundo fontes do departamento de Justiça dos EUA, a Death Penalty Information Center e a Amnisty International ,as execuções atingiram pico de 98 em 1999 e diminuiu nos nove anos seguintes para cerca de 38, mas esse número saltou para 52 em 2009. Apesar de não se aproximar do número apresentado pela China ou o Irã, o número de execuções nos EUA coloca-o perto do meio em uma lista de países que notificaram números duvidosos em 2009: China, Irã, Iraque, Arábia Saudita, Iêmen, Sudão, Vietnã, Síria e Egito, todos conhecidos particularmente pela falta de apoio aos direitos humanos.
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Departamento de Justiça dos EUA
Death Penalty Information Center
Amnisty International
Crédito:
Reuters
