Dizem que o poder vicia e muitos gostam da posição de comandando. As imagens mostram como eram estas pessoas ao assumirem o poder e como estão agora.
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Desde que o terrorista Osama bin Laden foi morto, o risco de novos ataques aos EUA e, em especial, ao presidente Barack Obama aumentou consideravelmente.
Uma comitiva acompanha o presidente e toda a sua família por onde passam. A segurança é fundamental, mas o carro que o transporta é um dos itens que merecem atenção especial e não é por acaso.
Atualmente, os presidentes norte-americanos costumam circular numa limousine Cadillac DTS conhecida como “The Beast“. Ela é transportada em um Boeing C-17 da Força Aérea do país e reúne uma série de itens de segurança, montados sob medida para garantir a segurança de um dos homens mais poderosos do mundo.
Veja a seguir como é equipada a limousine do Obama.
A Agência Central de Inteligência, a CIA foi criada em 1947 e desde então vem fazendo de tudo ( de tudo mesmo) para que os interesses do governo dos EUA sejam alcançados. Eles não medem esforços, gastam rios de dinheiro e não tem o menor grau de ética para atingir seus objetivos. No entanto, as vezes, nem tudo sai como esperados e esses projetos bizarros acabam sendo revelados ao público. Esses foram os 10 projetos e operações mais bizarras que foram revelados ao público mediante documentação, sendo assim comprovados sua veracidade. Confira:
10. PROJETO STARGATE
Durante a cobertura antes do levante, na Líbia, os manifestantes anti-governo foram referidos como "oposição anti-Kadafi", "manifestantes pró-democracia" ou simplesmente "manifestantes".
Mas quando a violência aumentou e os membros da oposição tomaram as armas contra as forças armadas de Kadafi, Passaram a ser chamado de “rebeldes”.
No período de 1976 a maio de 2010, 1.204 homens e 12 mulheres foram executadas nos EUA. Dessas execuções, a grande maioria foi por injeção letal, seguido, em ordem decrescente, pela cadeira elétrica, câmara de gás, enforcamento e dois por fuzilamento. Na sexta-feira, 18 de junho de 2010, a morte de Ronnie Lee Gardner por fuzilamento se tornou a terceira execução deste tipo nos EUA, desde 1976.
No período de vinte anos, de 1990-2009, a taxa de homicídios nos estados que tiveram a pena de morte foi geralmente muito mais elevados do que os países que não têm a pena de morte. Nos 15 últimos desses anos, a taxa de homicídios foi de 28 a 46 por cento mais elevado nos estados que possuem a pena de morte, colocando em questão a eficácia da pena de morte como um impedimento para o assassinato, embora deva ser notado que a taxa de homicídios para ambos os conjuntos dos estados diminuiu significativamente durante os vinte anos.
Segundo fontes do departamento de Justiça dos EUA, a Death Penalty Information Center e a Amnisty International ,as execuções atingiram pico de 98 em 1999 e diminuiu nos nove anos seguintes para cerca de 38, mas esse número saltou para 52 em 2009. Apesar de não se aproximar do número apresentado pela China ou o Irã, o número de execuções nos EUA coloca-o perto do meio em uma lista de países que notificaram números duvidosos em 2009: China, Irã, Iraque, Arábia Saudita, Iêmen, Sudão, Vietnã, Síria e Egito, todos conhecidos particularmente pela falta de apoio aos direitos humanos.
Gostaram dos infográficos?
Então aproveita e me segue no Twitter @ivandisimoni
Fonte:
Departamento de Justiça dos EUA
Death Penalty Information Center
Amnisty International
Crédito:
Reuters
Com o Poder, vem uma grande responsabilidade. No caso dos EUA, pode vir mais do que isso: um risco de morte. No Brasil, teve até presidente que ficou louco. E olha que tem país muito pior do que o nosso pra quem quer assumir o cargo mais importante de uma nação.
Saiba tudo sobre os presidentes, esses nativos dos trópicos nessa série de posts que comecei a postar semana passada e serão postados nas próximas semanas com gráficos super interessantes.
Confira aqui o primeiro post da série.
Uma união Européia em escala mundial ou um império global? Nenhuma delas – se o mundo estivesse sob um mesmo governo, o mais provável é que ele se limitaria a um sistema único de defesa.
Nada de derrubar totalmente as fronteiras: as diferenças culturais impediriam a criação de uma lei única. Ainda assim, o mundo sob o poder de um único Estado não apenas é possível como há teóricos que o consideram inevitável. Por quê? Porque hoje as pessoas já não fazer parte apenas de seu país mas também de uma “sociedade mundial” –um malaio pode trabalhar para uma empresa alemã, lutar pela preservação da Amazônia, casar-se com uma egípcia e ser fã de filmes indianos.
E questões importantes como o aquecimento global aumentam o interessa na cooperação entre países. Isso deveria diminuir o interesse em fazer guerras. Ainda assim, nada impede as ameaças de governos malucos como a Coréia do Norte nem o crescimento de grupos terroristas.
Para combater isso, as nações estão caminhando em direção a uma “defesa coletiva”. Por exemplo, a Otan continua unida e crescente, mesmo depois da guerra fria. Mas tem um problema: alianças dos mais fortes alimentam o ressentimento dos mais fracos, e o 11 de setembro deu uma amostra do que os mais fracos são capazes. Numa escala maior, é o fim da civilização. A solução final, proposta pelo sociólogo alemão Alexander Wendt, seria cada país abrir mão de sua soberania e atribuir sua defesa a um “Estado mundial”.
Nele, quem mandaria não seria o mais forte, mas, sim, um parlamento com número de deputados proporcional à população de cada país. E daria certo? É o que vamos ver semana que vem na continuação deste post.
Fonte:
HORTA, Maurício. E Se o Mundo Estivesse Sob Um Só Governo? Revista Super Interessante, São Paulo. p. 53, julho. 2010
Acredito que vocês estejam sabendo de toda a confusão na Europa, principalmente na França, que o uso do véu está causando. Mas você sabe qual a diferença entre uma Burca e uma Hijab por exemplo?
Acho que algumas mulheres deveriam ser obrigadas a usar a Burca sim, como essas:
No Corão, livro sagrado do islamismo, está determinado que as mulheres devem cobrir o corpo e a cabeça no momento das orações, e quando estiver perto de homens que não sejam seus parentes. Mas o Corão, como a Bíblia, permite diferentes interpretações de o quanto a mulher pode mostrar do rosto e do corpo.
Entenda a diferença entre os véus:
Referência:
Folha
Com o Poder, vem uma grande responsabilidade. No caso dos EUA, pode vir mais do que isso: um risco de morte. No Brasil, teve até presidente que ficou louco. E olha que tem país muito pior do que o nosso pra quem quer assumir o cargo mais importante de uma nação.
Saiba tudo sobre os presidentes, esses nativos dos trópicos nessa série de posts que serão postados nas próximas semanas com gráficos super interessantes.
Saiba tudo sobre os presidentes, esses nativos dos trópicos nessa série de posts que serão postados nas próximas semanas com gráficos super interessantes.
A revista Time fez uma reportagem sobre o tamanho do Twitter no Brasil. E tentou explicar o fenômeno. Disse que “os brasileiros querem mostrar que o país é importante”. Depois, que o Twitter “era uma forma de os pobres terem acesso aos seus ídolos”. Para a revista Super Interessante a razão é mais simples: há 4 anos, quando quase ninguém no mundo sabia o que era rede social, o Brasil já estava no Orkut. O resto é consequência.
Enquanto mísseis chovem em alvos líbios vamos ver o aparato militar rebelde, traçar seu avanço e recuo enquanto lutam contra as forças pró-kadafi neste infográfico interessantíssimo que encontrei no site do The Guardian.
Mas antes disso, aí vai uma charge que mostra a solução encontrada pelos EUA para ajudar os rebeldes.
O jornal hoje iniciou um projeto bem interessante chamado professor JH. É um espaço que nos ajuda a entender as principais questões que afligem o mundo atual
Nesta primeira vídeo aula Arlene Clemesha, professora de História Árabe do curso de Árabe da Universidade de São Paulo e atual diretora do Centro de Estudos Árabes da USP, explica a origem dos conflitos na palestina.
África é hoje a região que cresce mais rápido no mundo
Muito tem se falado sobre a ascensão dos BRICs e a impressionante performance econômica da Ásia. Os chineses andam compensando o diminuto tamanho de seu falo com uma economia de dar inveja em Long Dong Silver- Curioso? Procura no google. Na análise feita pela revista The Economist, 7 dos 10 países que mais crescerão em termos econômicos nos próximos 5 anos são africanos (Essa classificação exclui países com população inferior a 10 milhões, assim como Iraque e Afeganistão, que poderiam ter um salto enorme em sua economia nos próximos anos).
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Flamengos e francófonos não têm acordo desde eleições de junho de 2010.
'Revolução das batatas fritas' ironizou nas ruas do país o impasse político.
A Bélgica igualou no último dia 17 o recorde iraquiano de a mais longa crise política recente, com 249 dias sem governo. Os belgas "comemoraram" o recorde com bom humor, batizaram a data de a "Revolução da Batata Frita", em homenagem ao prato nacional favorito, e tiraram a roupa em protestos pelo país. Hoje, dia 15 de março, já são 275 dias no total.
Com 11 milhões de habitantes, sede da União Europeia e da Otan, a Bélgica alcançou nesta quinta pouco mais de oito meses de bloqueio político, que teve início depois das eleições de junho de 2010, quando as forças políticas não conseguiram chegar a um acordo sobre a formação de um governo.
O novo governo belga, entretanto, parece cada vez mais distante, à medida que os líderes políticos do norte flamengo e do sul francófono continuam a disputar um acordo de coalizão.
Manifestantes sem roupa 'celebram' os 249 dias sem governo nesta quinta-feira (17) na cidade belga de Ghent (Foto: AFP) Comícios foram organizados em todo o país, incluindo o strip-tease coletivo de 249 estudantes em Ghent (norte), onde milhares participaram de eventos "comemorativos".
A imprensa belga também registrou a data com sarcasmo. O principal jornal de Flandres usou uma analogia futebolística para noticiar o recorde, estampando em sua capa a manchete "Finalmente, campeões do mundo!".
O lado francês também seguiu a mesma linha: "Recorde batido!" é a manchete desta quinta-feira do "Le Soir", que alertou para a falta de perspectivas da atual crise.
Alguns diários, pro outro lado, expressaram preocupação com a situação. O "La Capitale", por exemplo, diz que o recorde "envergonha" a Bélgica, enquanto o "La Libre Belgique" adverte que o mercado de capitais, que já anda reticente com a situação dos países da Eurozona, "não está nem um pouco satisfeito com o vácuo".
O pomo da discórdia da disputa belga é um acordo para reformar o sistema federal, concedendo mais autonomia às regiões de Flandres (norte flamenco) e Valônia (sul francófono), além da capital Bruxelas, um enclave bilíngue.
Os manifestantes, que querem a formação de um governo de união para afastar a ameaça de uma secessão do país, inspiraram-se na "Revolução de Jasmim" tunisiana para criar a sua "Revolução da Batata Frita".
A data foi comemorada na cidade com 'strips' de 249 estudantes, um para cada dia sem governo (Foto: AFP) Essencialmente, os belgas querem demonstrar que estão "'de saco cheio' do impasse político", além de "enviar uma mensagem antisseparatista e antinacionalista", indicou Michael Verbauwhede, um dos organizadores dos protestos.
"Já estamos cheios de tantos jogos políticos", concordaram seu companheiro Kliment Kostadinov. "Precisamos de um governo rápido, e de uma reforma de nossas instituições, que será benéfica para todos os belgas".
Na esperança de forçar os dois lados a um acordo, estudantes belgas planejaram uma série de ações de protesto - incluindo a distribuição nacional de batatas fritas.
Antes do recorde iraquiano, os belgas já haviam se consagrado com o mais longo período sem governo da Europa - deixando para trás a Holanda, que em 1977 enfrentou uma crise semelhante por 208 dias.
No Iraque, curdos, sunitas e xiitas alcançaram finalmente um pacto político para formar um governo de união nacional depois de 249 dias, após uma conturbada eleição geral.
Jornais belgas noticiam nesta quinta-feira (17) os 249 dias sem governo (Foto: AP) Na véspera, o Rei Alberto II aceitar prolongar até 1º de março a missão de mediação na crise política desempenhada pelo liberal francófono Didier Reynders.
Reynders constatou que "existe vontade de negociação", em entrevista coletiva após o encontro com o monarca, no qual também ressaltou a necessidade de "reconstruir o clima de confiança" na classe política que "desapareceu claramente".
Como mediador, para conseguir fechar acordo sobre a coalizão de governo é imprescindível avançar em paralelo sobre questões como a separação distrito eleitoral da capital e sua periferia (Bruxelas-Halle-Vilvoorde) e as garantias linguísticas aos francófonos da região, por sua vez se discute um novo financiamento das regiões e do Executivo federal.
"Não é possível avançar na composição institucional se não debatermos ao mesmo tempo certas políticas importantes em nível federal", destacou.
Fonte:
G1
Aumento da produção de aço e petróleo russos, revelação de bens mais honesta no Brasil e as economias em expansão na China e Índia têm alimentado um aumento de bilionários nos países do Bric.
Neste post vou mostrar o ranking dos bilionários brasileiros e falar sobre o ranking mundial revelado pela revista Forbes.
O líder líbio Muammar Kadafi não está preocupado apenas com a sua permanência no poder, em ostentar um grande número de títulos e em usar roupas de gosto duvidoso. Ele se preocupa com estar no poder usando as medalhas nas roupas esquisitas mas tudo isso acompanhado de um rostinho de bundinha de nenê.
Antes de entrar em recesso de carnaval, mostro o antes e o depois dos 13 políticos a mais tempo no poder.
Dizem que o poder vicia e muitos gostam da posição de comandando. Mesmo que politicamente alguns dos que aparecem nesta lista não tenham mais a mesma influência que em outros tempos, todos eles permanecem em posição de destaque em suas respectivas nações. Se os recentes protestos e manifestações no Egito não tivessem retirado Hosni Mubarak do poder ele com certeza estaria nesta lista. O Kadafi já já sai dessa lista. As imagens mostram como eram estas pessoas ao assumirem o poder e como estão agora.
Rainha Elizabeth II do Reino Unido: 59 anos
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